Oi gente,
faz 40 dias que começamos o blog e vejo que as postagens são raras, quase inexistentes.
O fato é que o Pamonha Moderna não pegou para a maior parte dos integrantes. Imagino para os leitores em geral.
Por isso, naturalmente não há a menor necessidade de fazer mais postagens aqui.
Caso um dia o blog tenha algum movimento, podem contar.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
CQC made in Argentina
Oi geeente.
Fui assistir ao CQC nos estúdios da Band semana passada.
O formato, importado em gênero, número e grau de uma produtora argentina é o mais inovador dos últimos cinco anos na televisão brasileira. Talvez o maior desde o lançamento do Programa Sílvio Santos (ok, exagerei, hehehe).
Tudo é igual na versão argentina: Top Five, Teste de Honestidade e outros. Não percam essa matéria que os hermanos fizeram na Copa da Alemanha, no jogo em que o Brasil foi eliminado pela França. Muito bom!!! Tem também um que ficou famoso até aqui, no qual eles dão uma água 'benta' para o Parreira! É só procurar no Youtube que acha.
Algumas observações pessoais sobre a versão tupiniquim:
* Marcelo Tas e o formato nasceram um para o outro;
* A equipe de repórteres e os outros dois apresentadores são todos excelentes. Inteligentes e complementares;
* O Maluf continua sendo um cara-de-pau por convicção e maioria de votos.
Fui assistir ao CQC nos estúdios da Band semana passada.
O formato, importado em gênero, número e grau de uma produtora argentina é o mais inovador dos últimos cinco anos na televisão brasileira. Talvez o maior desde o lançamento do Programa Sílvio Santos (ok, exagerei, hehehe).
Tudo é igual na versão argentina: Top Five, Teste de Honestidade e outros. Não percam essa matéria que os hermanos fizeram na Copa da Alemanha, no jogo em que o Brasil foi eliminado pela França. Muito bom!!! Tem também um que ficou famoso até aqui, no qual eles dão uma água 'benta' para o Parreira! É só procurar no Youtube que acha.
Algumas observações pessoais sobre a versão tupiniquim:
* Marcelo Tas e o formato nasceram um para o outro;
* A equipe de repórteres e os outros dois apresentadores são todos excelentes. Inteligentes e complementares;
* O Maluf continua sendo um cara-de-pau por convicção e maioria de votos.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Mr. T é demolido por gays
O Mr. T é um ator norte-americano que a geração nascida nos anos 80 não vai lembrar de nome, mas quando vir a imagem dará um grito: "Nuooossa. Eu lembro desse cara!".
A geração nascida nos anos 70 e até aquela que veio ao mundo na época em que o bigode estava na moda, lá pelos anos 20 (certo Jayme?) vai lembrar na hora do cidadão.
Enfim. O ídolo está num comercial que associações gays (certo Sidney?) acharam homofóbico. Nossa, para quem vê Pantanal e aquela abordagem de macho das coisas da vida (e isso há menos de duas décadas), dá pra assustar esse mundo novo. Não dá pra brincar com mais nada relativo a homossexualismo, boiolismo e metrosexualismo!!! Que mundo chato do cacete!
A matéria está nesse link, que tem o vídeo publicado no Youtube. Vejam e dêem risada, mas escondido, senão o BOFE vem pegar.
A geração nascida nos anos 70 e até aquela que veio ao mundo na época em que o bigode estava na moda, lá pelos anos 20 (certo Jayme?) vai lembrar na hora do cidadão.
Enfim. O ídolo está num comercial que associações gays (certo Sidney?) acharam homofóbico. Nossa, para quem vê Pantanal e aquela abordagem de macho das coisas da vida (e isso há menos de duas décadas), dá pra assustar esse mundo novo. Não dá pra brincar com mais nada relativo a homossexualismo, boiolismo e metrosexualismo!!! Que mundo chato do cacete!
A matéria está nesse link, que tem o vídeo publicado no Youtube. Vejam e dêem risada, mas escondido, senão o BOFE vem pegar.
Mídia de massa virou apenas a constante
Olá. Gostaria de refletir sobre a seguinte situação. Um site chamado Cuil surge e se diz uma opção melhorada ao Google e se aproveita disso para ganhar mídia espontânea, criada por jornalistas como eu (leia a matéria que fiz nesse link - precisa de senha).
Ok. Eles têm o direito de dizerem o que quiserem. Que serão maiores que o Google, que revolucionarão o mundo das comunicações da mesma maneira que Gutemberg e Bill Gates, e que salvarão o mundo, assim como já fez o Bruce Willis em Armagedon. E os jornalistas têm o direito de publicar a informação de que eles ouviram, aind mais vinda de um bando de loucos que têm a intenção de dominar o mundo.
Mas então, em que ponto deste processo houve uma dose de irresponsabilidade, da partida dos loucos que disseram que dominarão o mundo até o pobre leitor que lê uma coisa absurda dessa (ok, se o Cuil vingar, eu entrego os pontos) e passando pelo jornalista que cumpre o seu dever de informar, inclusive com espírito crítico, demonstrando com números que o Google ainda é imbatível de longe?
A minha resposta: em nenhum ponto.
E vou mais longe. O leitor do século XXI tem espírito crítico bastante aguçado, mesmo lendo poucos livros recomendados por professores de faculdade (muitas vezes, eles são os próprios autores). Basta ver os comentários desconfiados no rodapé da matéria. Podemos dizer as maiores irresponsabilidades que eles sempre terão a exata noção disso. Não que anteriormente as pessoas tivessem o cérebro menos desenvolvido. A diferença é que agora a informação está em todos os lugares e não apenas na mídia de massa. Isso significa que o espírito crítico pode ser cultivado a todo momento. Basta acessar o Internet Explorer. A Internet, essa sim, oferece espaços propícios para a interação, por meio das redes sociais colaborativas.
A mídia de massa hoje serve apenas como referencial, como a Constante do Desmond, de Lost, (bem feito para quem não assistiu) para que não fiquemos perdidos nesse emaranhado de informações. Mas a força ativa está na web.
Ok. Eles têm o direito de dizerem o que quiserem. Que serão maiores que o Google, que revolucionarão o mundo das comunicações da mesma maneira que Gutemberg e Bill Gates, e que salvarão o mundo, assim como já fez o Bruce Willis em Armagedon. E os jornalistas têm o direito de publicar a informação de que eles ouviram, aind mais vinda de um bando de loucos que têm a intenção de dominar o mundo.
Mas então, em que ponto deste processo houve uma dose de irresponsabilidade, da partida dos loucos que disseram que dominarão o mundo até o pobre leitor que lê uma coisa absurda dessa (ok, se o Cuil vingar, eu entrego os pontos) e passando pelo jornalista que cumpre o seu dever de informar, inclusive com espírito crítico, demonstrando com números que o Google ainda é imbatível de longe?
A minha resposta: em nenhum ponto.
E vou mais longe. O leitor do século XXI tem espírito crítico bastante aguçado, mesmo lendo poucos livros recomendados por professores de faculdade (muitas vezes, eles são os próprios autores). Basta ver os comentários desconfiados no rodapé da matéria. Podemos dizer as maiores irresponsabilidades que eles sempre terão a exata noção disso. Não que anteriormente as pessoas tivessem o cérebro menos desenvolvido. A diferença é que agora a informação está em todos os lugares e não apenas na mídia de massa. Isso significa que o espírito crítico pode ser cultivado a todo momento. Basta acessar o Internet Explorer. A Internet, essa sim, oferece espaços propícios para a interação, por meio das redes sociais colaborativas.
A mídia de massa hoje serve apenas como referencial, como a Constante do Desmond, de Lost, (bem feito para quem não assistiu) para que não fiquemos perdidos nesse emaranhado de informações. Mas a força ativa está na web.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Coup D'État
Devido à total falta de posts, assumo neste momento o controle do blog. O Pamonha Moderna passa a ser mais um dos meus instrumentos de dominação mundial. Agora, só preciso eliminar o maldito exército vermelho e conquistar a África e a Oceania...
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Três
Cheguei e vou chutando o balde: proponho mudança de nome do blog para CONATUS. Pulsão de vida do Espinosa! Viva o Clóvis! Viva o golpe de Estado!
domingo, 6 de julho de 2008
Dois
O legal desse troço de fazer blog é que você não precisa se prender demais... Escreve o que dá na telha, quando tá a fim e do jeito que o seu humor manda.
Só que eu concordo com o Felipe: começar essas coisas é difícil pra burro! Lembro da vez em que encasquetei que queria escrever um livro... Passei tanto tempo pensando em como começar que, quando finalmente tive uma idéia, esqueci todo o resto do assunto e tive que abandonar o projeto...
Enfim, temos o nosso início. E uma continuação. Nos aguardem.
Só que eu concordo com o Felipe: começar essas coisas é difícil pra burro! Lembro da vez em que encasquetei que queria escrever um livro... Passei tanto tempo pensando em como começar que, quando finalmente tive uma idéia, esqueci todo o resto do assunto e tive que abandonar o projeto...
Enfim, temos o nosso início. E uma continuação. Nos aguardem.
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